Palavras faltam
No peito deste que escreve
Nos sentimentos que não mais sente
Dos olhos q vêem o que não mais se vê
Grito, exclamo ... questiono!
Por quê? Pra que? Não sei!
O que sei, é que ... esqueci!
Será que esqueci? Não sei!
Quero ...
voltar, ficar, sentar, gritar!
Quero ...
descer, correr, escrever!
Quero ...
ir, sair, subir, me divertir!
São tantos 'quereres', que já não sei mais o que quero!
Será que quero?
Será que é o que eu quero?
Estaria eu, pronto para tantas mudanças?
Estaria eu, pronto pra viver?
Não sei!
Às vezes acho que me esqueci de querer isso também!
L.F.
sábado, 18 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Contra essa PATIFARIA!!!
Contra essa PATIFARIA !!!
Sou Patife
Por não reconhecer quem amo
Sou patife
Por não reconhecer que a vida passa ...
Sou patife
Por ser tão mesquinha e egoísta
Sou patife
Por não reconhecer as minhas hipocrisias e meus
preconceitos
Sou patife
Por me deixar levar pela rotina...
Sou patife por não reconhecer essa patifaria.
Somos todos patifes.Por não reconhecer essa patifaria.
Fabrício Matrigani Gutierres
Sou Patife
Por não reconhecer quem amo
Sou patife
Por não reconhecer que a vida passa ...
Sou patife
Por ser tão mesquinha e egoísta
Sou patife
Por não reconhecer as minhas hipocrisias e meus
preconceitos
Sou patife
Por me deixar levar pela rotina...
Sou patife por não reconhecer essa patifaria.
Somos todos patifes.Por não reconhecer essa patifaria.
Fabrício Matrigani Gutierres
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Vivo em um mundo de pequenos espaços
Totalmente cheio de realidades e vida
Perplexo encontro o incansável mundo da morte
Sepulto a cada dia a tristeza tão natural que tomou conta do meu coração
É vencer o invencível
Sempre me encontro nesses meios termos de vidas
Tais pequenos contratos de sobrevivência encantada
Refletida em corações ansiosos
Cheios de pequenos espaços soltos
Por ai se encontra muita coisa, a ponto de mais sentido reverter o mal
Ser encontrado pela pequena realidade da felicidade
Que é real
Que me representa
Hoje eu posso sentir: em pequenos espaços
Tolerantes ao medo
Tolerantes a minha visão errada da vida
Realmente me encontro perplexo e naturalmente insano e insensato
Mas será que não é melhor viver assim do que sempre ter que completar
Sempre explicar
Racionalizar tudo
Me cansei
Aqui vou eu para pequena realidade minha desconhecida
Zenildo Alves de Souza Jr. (Zen) - Brasília/DF
Totalmente cheio de realidades e vida
Perplexo encontro o incansável mundo da morte
Sepulto a cada dia a tristeza tão natural que tomou conta do meu coração
É vencer o invencível
Sempre me encontro nesses meios termos de vidas
Tais pequenos contratos de sobrevivência encantada
Refletida em corações ansiosos
Cheios de pequenos espaços soltos
Por ai se encontra muita coisa, a ponto de mais sentido reverter o mal
Ser encontrado pela pequena realidade da felicidade
Que é real
Que me representa
Hoje eu posso sentir: em pequenos espaços
Tolerantes ao medo
Tolerantes a minha visão errada da vida
Realmente me encontro perplexo e naturalmente insano e insensato
Mas será que não é melhor viver assim do que sempre ter que completar
Sempre explicar
Racionalizar tudo
Me cansei
Aqui vou eu para pequena realidade minha desconhecida
Zenildo Alves de Souza Jr. (Zen) - Brasília/DF
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
A Morte da Vida!
Todos os dias de minha vida, serão todos os dias de minha morte.
Todos os dias que eu vivo também morro.
Quanto mais eu vivo, mais ainda eu morro!
Vivo o hoje,
Mas amanhã, o hoje será passado.
O hoje terá passado,
O hoje terá morrido.
Eu terei morrido.
Mas hoje, eu vivo com a certeza de que amanhã,
Hoje eu estarei morto.
Leonard Freemam
Todos os dias que eu vivo também morro.
Quanto mais eu vivo, mais ainda eu morro!
Vivo o hoje,
Mas amanhã, o hoje será passado.
O hoje terá passado,
O hoje terá morrido.
Eu terei morrido.
Mas hoje, eu vivo com a certeza de que amanhã,
Hoje eu estarei morto.
Leonard Freemam
sábado, 7 de agosto de 2010
AGONIA IMPRECISA
zÊNITE dE pITORESCOS sÍMBOLOS vAZIOS
Dores Incomodavelmente Confortáveis
aMÁLGAMA dO dESENCONTRO cÁLCULADO
Vontade De Não Fazer O Que Forçosamente
Faço Com Amor
cOMPLETAMENTE aMARRADO a uM iNVISÍVEL
Que Não Segura e Machuca
é iSSO mESMO qUE eU nÃO sEI
Almir (Almirants)
Dores Incomodavelmente Confortáveis
aMÁLGAMA dO dESENCONTRO cÁLCULADO
Vontade De Não Fazer O Que Forçosamente
Faço Com Amor
cOMPLETAMENTE aMARRADO a uM iNVISÍVEL
Que Não Segura e Machuca
é iSSO mESMO qUE eU nÃO sEI
Almir (Almirants)
sábado, 31 de julho de 2010
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