Todos os dias de minha vida, serão todos os dias de minha morte.
Todos os dias que eu vivo também morro.
Quanto mais eu vivo, mais ainda eu morro!
Vivo o hoje,
Mas amanhã, o hoje será passado.
O hoje terá passado,
O hoje terá morrido.
Eu terei morrido.
Mas hoje, eu vivo com a certeza de que amanhã,
Hoje eu estarei morto.
Leonard Freemam
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
AGONIA IMPRECISA
zÊNITE dE pITORESCOS sÍMBOLOS vAZIOS
Dores Incomodavelmente Confortáveis
aMÁLGAMA dO dESENCONTRO cÁLCULADO
Vontade De Não Fazer O Que Forçosamente
Faço Com Amor
cOMPLETAMENTE aMARRADO a uM iNVISÍVEL
Que Não Segura e Machuca
é iSSO mESMO qUE eU nÃO sEI
Almir (Almirants)
Dores Incomodavelmente Confortáveis
aMÁLGAMA dO dESENCONTRO cÁLCULADO
Vontade De Não Fazer O Que Forçosamente
Faço Com Amor
cOMPLETAMENTE aMARRADO a uM iNVISÍVEL
Que Não Segura e Machuca
é iSSO mESMO qUE eU nÃO sEI
Almir (Almirants)
sábado, 31 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Excludente Mundo Novo (parte 2)
E neste novo mundo insano, nos derretemos a cada dia, escorrendo como um líquido pegajoso pelo ralo da pia, sem sequer ter enxergado a verdade dos atos individuais, dos silêncios mal preenchidos, dos olhares negados, da palavra destrutiva, do egoísmo disfarçado de risos, da gargalhada que oprime. É, realmente precisamos rever o conceito do que é novo. O novo é bom? O novo significa evolução? Que tipo de evolução? Estamos avançando no novo? Caminhamos para frente ou para trás? Neste novo mundo, qual o tempo que destinamos para nós mesmos? Neste novo mundo, o que é o tempo? Aquele do despertador que nos faz levantar todo dia e seguir, sem pestanejar, para mais um dia mortal no trabalho? Apenas perguntas... vamos juntos encontrar as respostas?
Silvio Luz
Silvio Luz
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Excludente Mundo Novo
Uma nova tecnologia criada
Uma nova exclusão consolidada
Na terra em que o progresso não é para todos
Onde se cria necessidades e se ignora o necessário
Onde o progresso financia o insucesso dos famintos
Investindo em desigualdade
Revestindo a crueldade com a máscara do desenvolvimento,
Que só se envolve com a iniqüidade
Pairando acima dos desiguais, padecentes do frio,
No vale da desvalia, onde o sol não aquece a todos
Perecendo diante deste excludente mundo novo.
Laoiz
sábado, 3 de julho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
A MENTIRA
caminhamos sobre os pilares da mentira
a mentira rege nossa vida
o mundo sempre se curvou perante esta monstruosidade
ninguém ousa levantar a voz contra ela
estamos morrendo por nossas mentiras
e ainda continuamos a criar mais e mais mentiras
os donos do poder
os que querem o poder
eu já me cansei de toda essa babaquice
e não aguento mais tanta mentira
nas ruas nas escolas nas universidades nos campos nas construções
nos hospitais nas igrejas nas familias, enfim, em todos os lugares
não aguento mais tanta mentira se passando por verdades
se é verdade que existe na história uma idade das trevas
essa é então a contemporaneidade
cheia de nuances e obscuridades
seja das conversas obscuras ou mesmo do pensamento
assim como das ruas escuras e sombrias
as vezes nos cansamos
e o tédio está me matando assim como a mentira
que tentam me empurrar goela a baixo na marra
nós estamos morrendo e precisamos nos mobilizar
se realmente queremos mudar qualquer coisa por mínima que seja
porque a pessoa é para o que nasce
e a música e a dança podem mudar
pois somos nós que decidimos o que ouvir como ouvir e dançar
morte a mentira
precisamos quebrar esta base já
André Leite Ferreira - Belém/PA
a mentira rege nossa vida
o mundo sempre se curvou perante esta monstruosidade
ninguém ousa levantar a voz contra ela
estamos morrendo por nossas mentiras
e ainda continuamos a criar mais e mais mentiras
os donos do poder
os que querem o poder
eu já me cansei de toda essa babaquice
e não aguento mais tanta mentira
nas ruas nas escolas nas universidades nos campos nas construções
nos hospitais nas igrejas nas familias, enfim, em todos os lugares
não aguento mais tanta mentira se passando por verdades
se é verdade que existe na história uma idade das trevas
essa é então a contemporaneidade
cheia de nuances e obscuridades
seja das conversas obscuras ou mesmo do pensamento
assim como das ruas escuras e sombrias
as vezes nos cansamos
e o tédio está me matando assim como a mentira
que tentam me empurrar goela a baixo na marra
nós estamos morrendo e precisamos nos mobilizar
se realmente queremos mudar qualquer coisa por mínima que seja
porque a pessoa é para o que nasce
e a música e a dança podem mudar
pois somos nós que decidimos o que ouvir como ouvir e dançar
morte a mentira
precisamos quebrar esta base já
André Leite Ferreira - Belém/PA
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